À noite
O ar de solidão
O cronista sem ideia
Desce bêbado e sem razão
Pela multidão de sólidos
O sono é dia
De noite é tormento
Escreve o que vive no papel do bolso
Escrever cura e a vida foi feita para nós
E quem são eles?
Talvez um novo início de uma velha história
Onde cada dia é um
Onde tudo é memória
Não anda
Somos todos reféns de histórias mal contadas.