Pra poesia qualquer, nem parei pra pensar
Registrei, mas sem premeditar
Qualquer causa desses meus versos
É só pra desfazer um coração de concreto...
Não gosto disso, nem daquilo
Vou em busca do que me agrada
De quem me agrada
(Esse tal paladar...)
Gosto!
Nem que seja da boca
Do peito
Do aconchego
E do adeus...
Sou quem sinto e nada mais. (Será?)
Caminho, mas é a rua quem me leva
Em partes eu sou dela e ela é minha
Mas sou tua, também
Bem tua, meu bem
Quis segurar tua mão com a minha
Improvisar um verso
Acabar com suas dores e desprazeres
Gosto do teu ceticismo,
mas prefiro cê sorrindo
Porque te flores sempre que sorri.