terça-feira, 19 de maio de 2015

Caliandra

Tu é a flor mais rara e bela
Pra ti eu escrevo os mais singelos versos
Agradeço por me virar do avesso
E por criar momentos dos quais não me esqueço

Te chamo de flor do cerrado e não é atoa
Tão forte que nasce onde quiser
No terreno mais baldio e seco
reconhece resquícios de um solo bom
E soa como melodia rústica cada soprar do vento sobre nós

Só, eu não estou
Mesmo que longe flor
Sinto teu perfume
guardei sua essência no meu olfato
E de fato lhe tenho amor

"Todo fim de mundo
É fim de nada
É madrugada
E ninguém tem mesmo nada a perder
Eu quero ver,
Olho pra você,
Tudo vai nascer"

Seja como flor, mas que seja.