Uma loucura só, observada a sós
Será de onde vem a real calma,
Que sempre rodeia mas raramente acalma?
De onde vem a alma pura?
Espalhando loucura
Que ao mesmo tempo que cura
Machuca e atura
Nas cicatrizes das incertezas
Escondidas em pequenos copos de
Cerveja...
Adormecer no mar de loucura
Que vai além da procura da cura
Que se foi...
Apesar de nunca querer se esvair,
Tudo o que queríamos era apenas
Sorrir
E sorrir
E sorrir...
Até o mundo acabar
E o verso se findar.