segunda-feira, 21 de julho de 2014

Sinais que confundem da cabeça até o coração

Não quero escrever sobre ela, pois "ela" é o meu próprio medo.
Suas interrogações que também são minhas, me chamam para mais perto. Sinto-me cego, não sei mesmo qual caminho é esse.
Mas eu continuo...
é como se eu estivesse navegando mar à dentro mesmo desconhecendo o meu destino. Inesperadamente inesperada.
Sorri muitas vezes por causa dela,
sorri da cara do meu próprio medo.
Não sei se eu deveria, mas...
Sorri.
Agora vejo que nem mesmo o meu conselho eu segui,
pois não te deixo dúvidas.
Já o seu rastro,
faz com que eu enxergue milhares de interrogações
(quando não tapo os olhos pro que não quero ver)
Não tô aqui pra preencher vazio,
minha cara não tá pra diversão.
Penso, às vezes até me arrependo.
Vou à fundo, sinto, mergulho.
Mas, sempre de olhos fechados que é pra ver até onde o sonho alcança.
Noites sem dormir por causa dela, eu não tive.
Tive manhãs, tardes e dias sorridentes.
Tem vez que a gente acha que tá caminhando e realmente estamos,
mas tem caminhos que não nos levam a lugar algum e levam,
ao mesmo tempo...
No teu caminho eu quero ver um aconchego,
um amor sem faltas e incontáveis sorrisos.
Quero que esse seja o seu caminho.
Eu não sei bem o por quê de tudo pelo que busco respostas,
muito menos a resposta do "por que te quero tão bem e que mal isso tem?".
Tem coisa que eu gosto de observar, da mesma forma que eu gosto de ficar aqui no meu lugar só te observando e me enchendo de encantos e mais encantos. Eu posso até estar errada... quiçá eu até atirei no escuro. De todos os medos que descobri, acabei por ver que escuro não faz parte do meu medo. Sempre fecho os olhos e vou, sou o meu próprio guia. Independente de não saber onde chegar, eu fecho os olhos e vou. Eu sempre fui assim...