segunda-feira, 9 de junho de 2014

Passa-vento, passa-tempo

Queria escrever algo pra expressar meus sentimentos, sendo assim eu escolhi o vento
que de tão passageiro, passou aos meus olhos ligeiro por demais...
aos meus olhos e ao meu redor, coisas tão banais são leais, sempre estão por ali.
Deixo que o pensamento se vá, ahhhhh... que passa.
A moça que passa por mim e renasce a cada manhã, na fé do amanhã.
Teu olho brilhou e eu vi, até sorri enconstado bem ali, na sacada.
Ah, tem coisa que parece mesmo não existir para nada.
Mas a maioria do todo tem seu sentido contínuo,
no fim das contas tudo poderá ser uma descomplicada reciprocidade.
Canto todos os dias para a minha liberdade,
para que quando chegar, que não venha cheia de maldade.
O que eu quero é a bondade dentro da realidade.
Não quero sonhar infinitamente e ter que acordar de repente!
Quero viver sereno, ameno... amenizando o que causa dor,
tirando de mim aquilo que causa terror.
Limpando a vida como se fosse feita de vidro,
aos poucos, diante de mil cuidados enxergo do meu parabrisa o outro lado da pista.
Sorrindo eu vou, só indo pra rir!
Deito na grama, olho pro céu e começo a sorrir.
Sem mil desculpas, progredir!
É que nada me segura, quem acha é por que me procura.
E nessa loucura eu vou, meio a sós desatando muito nós que um dia eu fiz,
coisas que não enxerguei e se encontravam bem abaixo de meu nariz.
Mas passou. Enxerguei. Vi o erro e concertei.
Coloquei as mãos no bolso e prossegui.
Eu disse "bola pra frente!" e morri, mas dessa vez foi de tanto rir.