segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

O barco


E nesse seu vai e vem a gente marca um encontro, quem sabe toma um cafezinho, você senta ao meu lado e então eu te abraço e te protejo desse frio. Jogar conversa fora, falar de coisas boas, sem clichê e resgatar do passado só aquilo que foi bom pra mim e pra você. Sobreviveremos a todo e qualquer mal, juntos nessa caminhada. A vida com você tem mais graça, não quero lhe perder. Quando vier de novo, peço por meio desse escrito que você fique. A sua presença me completa, me trás boas sensações: a minha pupila dilata, o meu sorriso aparece e o coração acelera, tudo muito bom. Tá ruim aqui, agora... sem você. Sabe, amor? Complica menos, já entendi que tu não é fácil. E eu lhe disse: tua presença me faz bem... cê sabe, cê sabe... acredito que o destino tem algo mais para nós. Lembra quando me mandou aquele texto de Caio Fernando em que diz para eu remar? Pois é, estou remando. Ainda não abandonei o nosso barco. Se você quiser voltar e ficar, ainda estou aqui. Mas não demora não, tá? A vida é curta. Mas esse curto tempo eu quero passar contigo. Sem mais. Então segura aqui a minha mão, mas olha, segura mesmo, cruza os seus dedos nos meus e aperta forte, porque teremos de enfrentar muita coisa. É difícil? Sim. Mas se fosse fácil, não teria graça. Não solta a minha mão... não solta.