Mas a verdade, amor, é que eu sou um verdadeiro fracasso para amar. Eu me entrego, confio, me afundo. Mas tu sabes que o que sinto é puro e forte, vai além de qualquer infinito, além de qualquer céu azul.
Lhe peço que não me abandone, ó pequena. Esperei tanto por você. Sei que sou difícil de lidar, mas lhe dou o meu amor. Vamos, ele é todo seu. Abra os braços diante desse vento e então, quando cansar dessa aparente liberdade, eu segurarei-os e deixarei que sinta a liberdade bater em teu rosto.
Mas olha, preste bem atenção: não esqueça que tenho os meus defeitos, decepções na lembrança e qualidades. Não coloque todas as suas esperanças em cima de mim, não quero magoar-te. Quero surpreender-te.
Agora levanta essa cabeça, olha bem dentro dos meus olhos... consegue enxergar algo? Não? Olha mais um pouco. Repara. Eles brilham. Brilham porque tenho certeza de que é contigo que quero ver horas e horas passando rápido, porque quando estou ao seu lado parece que o tempo voa e quando vejo...
É amor, chegou a hora de eu me despedir. Olha, o sol já se pôs. Mas saiba que eu te carrego bem aqui dentro, no fundo do meu coração. Amanhã eu volto, pode ser? Mas amanhã, será a minha vez de olhar em teus olhos e farei aquela pergunta clichê que a gente faz quando gosta de alguém. "Então, me namora?".
"Se ela botar fé na minha história que é de rocha e vem do coração, vou estender o pano mais bonito feito na ilha de madagascar."