segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Um pequeno texto

Sinto como se vivesse em um sonho em que eu estivesse vivendo algo muito belo, porém, às vezes "acordo" e tudo se desfaz. Queria ter-lhe por perto por míseros segundos. A sua voz me acalma, o toque dos seus lábios é como uma boa anestesia para mim. Será que entende? Só por um segundo... você aqui, ao meu lado. Faço tudo por ti, e farei até que fique tudo certo. Meu bem... só quero ter a tua companhia. Quero tornar-me insubstituível, quero que dê certo. Os ventos parecem soprar contra nós, mas irei contra qualquer vento pra te encontrar. Só peço que segure a minha mão, e confie em mim, mais uma vez.

Segure a minha mão, e vamos caminhar

sábado, 24 de novembro de 2012

Imagine...


Eu vejo você se perdendo em meus beijos, sentindo o meu calor...
arrepiando-se ao ouvir eu falar ao seu ouvido.
Viajo horas pensando em ti, vou pra onde quiser.
Pouco tempo ao seu lado já é tudo.
Imagina uma vida toda?

"Um dia sem você é triste, uma semana é maldade."

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Título? Melhor não...


Olhar nenhum me interessa,
corpo nenhum me chama a atenção.
Hoje vivo pra te ver sorrir
nem que seja por um mísero segundo.
As horas passam devagar quando estou ao seu lado.
Tua aproximação me conforta,
a tua voz me acalma.
Hoje me encontro aqui
totalmente pra ti, amor.
Faça o que quiser de mim.
Me faça bem.
Seja o meu bem.
Ame cada vez mais.
Meu presente divino.
Nada se compara a nós.
À você.
À mim...
Enquanto estou contigo.
E então... você pretende ficar?


Eu te amo.

domingo, 18 de novembro de 2012

Medo?


É só mais um medo.
Um receio.
Fright.
Sou frágil.
Sexo frágil.
Vulnerabilidade.
Plástico jogado ao vento.
Vaga de um lado para o outro.
Sem destino.
Estilhaços.

"Não tenho medo do escuro, mas deixe as luzes acesas, agora."

Por favor.
Escuro é relativo pra mim.
Ás vezes assusta, outrora não.

"Sou a gota d'água. Sou um grão de areia."

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Encontrei


Meu riso era forçado até você chegar.
A nossa intensidade me conquista.
E todas as feridas que causaram [...]
você será a minha cura.
Quero um tempo lento agora, contigo.
Quero te abraçar e dizer
o quanto é bom te ter aqui.
Esperei muito por alguém assim
O que eu procurava em outras pessoas
eu só encontrei em você.
Encontrei tudo.
Assim como eu te completo e você me completa [...]
usaremos aquela frase velha "tampa da minha panela"
pra resumir o que acontece entre a gente.
Nos completamos, apenas. E nada mais.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Complicado e confuso


Quero chorar a sós comigo.
Quero contar tudo para alguém.
Necessito de um abraço, uma palavra de carinho.
Quero reorganizar toda uma vida.
A minha vida.
Está tudo fora do lugar.
Desejo ser alguém melhor em todos os sentidos.
O que é que me impede? Será as circunstâncias,
ou será as oportunidades?
Não sei bem. Na verdade, por agora não sei de nada.
Sei só do que sinto, o que quero.
É complicado, é confuso. Mais do que a mim.
Bem mais que a mim.

A vela e a escuridão

A escuridão me incomoda
observo a chama que dissipa uma vela
Bela
Sobre um apoio qualquer
sem que se queime
outrora
as horas passam
vejo aurora
que me encanta
me laça
Observo sem me conter
o sol se poe no horizonte
de frente a mim.
 Me acalma a alma.

Beirute

Um barzinho
Um pensamento
uma pessoa, somente
lembranças de algo que não aconteceu
esmoreceu-se junto ao tempo
ainda vive, porém, quase sem vida
Morre... morra sentimento!
Afogue-se em minhas lembranças e morra.
Para sempre.

domingo, 11 de novembro de 2012

Movimento?


As batidas já não me movem
Musicas me tocam
paro e reflito.
Reflito e paro.
Metamorfoseia
em minha casa.
Moro em mim
eis que tudo se resume
em falta de medo
receios
Viver!
Sem entregar-me a prisões.
Sobre o amanhã?
Não sei dizer.
Paro e reflito.
Reflito e paro.

sábado, 10 de novembro de 2012

Quiçá eu reinvente

Ao som de Legião Urbana. Voz de Renato Russo. Tais sentimentos exalam de modo à progredir pelo olhar. Eis que a oportunidade está diante de mim. Por mais que as horas passem, passam lentamente. Agonia. Quiçá, amanhã tudo mude. Preocupo-me levemente com o soprar da vida plena. Serena. Quase sem cor. Escassa de emoções que corroem. Uma dose de brilho para minh'alma, meu ser. É, mesmo que tudo passe. Espero um certo tempo por alguém. Apenas. Alguém. Um ser qualquer. Abram caminho pelo corredor deste pequeno bar, eis que chego. Quero passar. Acuei-me diante de ti. Ó, qual és o preço por uma vida vivida? Incompreensões dilatam de minha memória. Rica, porém, curta. Assim, meio que sem lugar para mim. Não é necessário certas compreensões, necessário mesmo é sentir. Horas trocadas. Ventos contrários. Caminhar milhas. Chegar em algum canto... distante. Seu canto. Meu canto. O nosso. Cantaremos juntos uma bela canção. Em paz. Sossego me agarrou. Hora me solta, hora permanece. Reviro a ampulheta tentando fazer com que o tempo se apresse. Sem opressão. Obsessão por minutos voantes. Não me descobrem. Tampouco vão à fim. Apresso-lhe, tempo. Anseio encontrar o que procuro e não sei. Manhã cinza. Vento sereno. Frio. Sol fez das nuvens seu aconchego. Sua cama. Seu cobertor. Parecia sentir frio. Querer mostrar-se... porém, o frio lhe privou de suas vontades. Mas avistei-o, meio que apagado. Identifico-me! Sinto escuro, assim. Físico, espírito e quem sabe, alma. Se misturam e constroem. Eu lhes moldo. Chorem os amargurados! Vida enxuta. Quase que sem brilho. Descansa. Cansa. Casa. À esta hora prefiro não retornar. Seu silêncio me pesa toneladas. Soa brisante ao meu ouvido desatento. Vida vivida, páginas amareladas, outras por escrever. Caneta como ação. Lápis como pensamento. Ação permanece. Pensamento se vai. Sei lá. Longe. Sinto. Sinto pena, páginas amareladas. Coisas envelhecem. De modo clichê, ficam para trás. Guardadas em um baú denominado Mente. O vento leva as cinzas. Cinzas se desfazem. Não me incomodarei, não dessa vez. Aceitarei o teu belo modo de doer à mim, vida. Meu modo à reinventar. Porque escritos... Ah, isso a gente reinventa. Refaz. Se supera. Passou. Um de cada vez.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Seguinte, por favor.



E tudo que odiava,
encontrou em mim.
Te incomodei.
Apenas.
Sem intenção.
Queria simplicidade.
Querer...
Somente.
Doeu. Eu vi.
Mas passou.
Palha ao vento.
Me encontro agora em outra fase.
Distante.
Bastante, distante.
Pensante.
Bastante.
Bastou.
Apenas.
Que pena.

domingo, 4 de novembro de 2012

Só sei de mim, enfim.


Não disfarço
entre passos
caminho
sem direção
sou natural eu
mesma faço
desfaço
meus laços ruins
melhor...
se despedir
desfazer...
do que viver a lhe pedir
que fique aqui
que fique lá
que fique a mim
que fique já
mas não se vá
meu grande bem
só peço, fique
e nada além.
Por ultimo peço,
não se despeça
escolha eu...
fique bem, bem pertinho.
De mim.
E quer saber?
De nada sei.
Só sei de mim.
Não sei.